Seu Pablo ficou sentado lá na cadeira,
olhando cabelos e ouvindo história,
reparando nas expressões faciais daqueles misteriosos personagens,
Nem se cansou... depois que Joanita fez Einstein,
veio a mona lisa... pediu tinta fresta empastada
nos seus cabelos, pintou os olhos, envelheceu as
faces tudo por causa de seu grande amor LEONARDO.
Saiu do salão outra pintura, outro século,
outro milênio... coisas do passado.
John Lennon e Yoko
na perfeição de um par de cabeleira invejável,
combinava com o nariz,
as faces, o corpo longo e magro
e as idéias de paz
que contagiou o mundo.
Os cabelos de John se harmonizavam com
as notas musicais de sua alma,
com seu olhar de quem tudo pode,
semear e colher...
Saiu assim o casal, totalmente Lennon
para desfilar na passarela
da rua, onde os sapatos são velhos
as roupas surradas
e os problemas são muitos.
Seu Pablo esperava...
Michael Jackson sentou-se
seu emaranhado labirinto cabelar
era absolutamente fiel às suas ideias,
sua dança, sua música e o brilho inefável
de seus olhos.
O cabelo caminhava com ele, fosse
como o mais fiél dos seguidores,
de menino, ou fosse o cabelo e o bigode
de seus sonhos, Charles Caplin
e seus passos mágicos jamais
perderam um só fio de seu cabelo.
Jackson tinha cabelos e mente
visíveis aos mundo.
A Joanita deu Jackson ao seu cliente,
vá levá-lo para passear,
com amor, por toda gente,
gente diferente, mundana,
e sofrida... leve-o para
ganhar simplesmente abraços de olhares
que jamais o esquecerão.
Seu Pablo começou a entender aquela história:
Joanita era vitoriosa
e sua vitória e uma glória
uma nova gloria conquistada.
chegou a vez dele: O senhor.
Qual personagem escolheu...
aqui temos ainda James Jean... O maravilhoso Elvis...
Ah que cabelos mais fiéis, segredou ela,
O shake, shake do coração
debaixo de suas costelas..
as suas faces tremulas,
seus olhos de lamparina amarela
sob a neblina,
Elvis tinha um maravilhosa cabeleira,
completamente servil a toda beleza
que vinha nela,
nem um fio desafinava
das batidas do seu coração...
Quer Elvis... Não, disse ele,
é lindo mais prefiro um corte americano
discreto...
Ah, entendi... que tal Brad Pitt...
não tem um cabelâo mas que maravilha de padrão,
todos os americanos podem te-lo ao alcance da mão.
Taí gostei! Um Brad Pitt...
Era muito muito fácil... Joanita
foi cortando, cortando, puxando
e quando ele olhou estava muito brad... Gostei
ainda mais.
Ela na verdade tinha derramado seus dois olhos
em cima dele, mais que as mãos no cabelo,
Joanita já estava era mexendo, também no coração.
Vai ficar muito tempo no hotel...
Sim ou não depende, estou procurando
um pequeno apartamento para morar uns tempo
acaso não conhece algum...
Que sorte, pensou ela, conheço... sim. O meu.
Justamente neste momento estou alugando
um pequeno apartamento. Perto daqui,
nem lugar tranquilo e bem barato...
Quer vê-lo...Sim... seria um imensa sorte,
disse seu Pablo, se você o alugasse para mim.
Vamos... é pertinho e tá na hora da minha folga.
Um silêncio de satisfação circundou os dois,
que calados iam pela rua.
Não se conhecia... mas sabia que se conheceriam
melhor.
No prédio simples seu Pablo teve certeza que seria feliz.
Ela também gostou do novo inquilino.
Ele não questionou nada. Estava ótimo
Ela também não... falou o preço do aluguel
pronta para dar desconto.
Felicidade assim à flor da pele, fazendo
cócegas, convidando... não bate à porta
todo dia... Ela queria um chance para o destino,
e a daria sem temor, por que arriscar
e o verdadeiro pacto de quem está vivo.
olhando cabelos e ouvindo história,
reparando nas expressões faciais daqueles misteriosos personagens,
Nem se cansou... depois que Joanita fez Einstein,
veio a mona lisa... pediu tinta fresta empastada
nos seus cabelos, pintou os olhos, envelheceu as
faces tudo por causa de seu grande amor LEONARDO.
Saiu do salão outra pintura, outro século,
outro milênio... coisas do passado.
John Lennon e Yoko
na perfeição de um par de cabeleira invejável,
combinava com o nariz,
as faces, o corpo longo e magro
e as idéias de paz
que contagiou o mundo.
Os cabelos de John se harmonizavam com
as notas musicais de sua alma,
com seu olhar de quem tudo pode,
semear e colher...
Saiu assim o casal, totalmente Lennon
para desfilar na passarela
da rua, onde os sapatos são velhos
as roupas surradas
e os problemas são muitos.
Seu Pablo esperava...
Michael Jackson sentou-se
seu emaranhado labirinto cabelar
era absolutamente fiel às suas ideias,
sua dança, sua música e o brilho inefável
de seus olhos.
O cabelo caminhava com ele, fosse
como o mais fiél dos seguidores,
de menino, ou fosse o cabelo e o bigode
de seus sonhos, Charles Caplin
e seus passos mágicos jamais
perderam um só fio de seu cabelo.
Jackson tinha cabelos e mente
visíveis aos mundo.
A Joanita deu Jackson ao seu cliente,
vá levá-lo para passear,
com amor, por toda gente,
gente diferente, mundana,
e sofrida... leve-o para
ganhar simplesmente abraços de olhares
que jamais o esquecerão.
Seu Pablo começou a entender aquela história:
Joanita era vitoriosa
e sua vitória e uma glória
uma nova gloria conquistada.
chegou a vez dele: O senhor.
Qual personagem escolheu...
aqui temos ainda James Jean... O maravilhoso Elvis...
Ah que cabelos mais fiéis, segredou ela,
O shake, shake do coração
debaixo de suas costelas..
as suas faces tremulas,
seus olhos de lamparina amarela
sob a neblina,
Elvis tinha um maravilhosa cabeleira,
completamente servil a toda beleza
que vinha nela,
nem um fio desafinava
das batidas do seu coração...
Quer Elvis... Não, disse ele,
é lindo mais prefiro um corte americano
discreto...
Ah, entendi... que tal Brad Pitt...
não tem um cabelâo mas que maravilha de padrão,
todos os americanos podem te-lo ao alcance da mão.
Taí gostei! Um Brad Pitt...
Era muito muito fácil... Joanita
foi cortando, cortando, puxando
e quando ele olhou estava muito brad... Gostei
ainda mais.
Ela na verdade tinha derramado seus dois olhos
em cima dele, mais que as mãos no cabelo,
Joanita já estava era mexendo, também no coração.
Vai ficar muito tempo no hotel...
Sim ou não depende, estou procurando
um pequeno apartamento para morar uns tempo
acaso não conhece algum...
Que sorte, pensou ela, conheço... sim. O meu.
Justamente neste momento estou alugando
um pequeno apartamento. Perto daqui,
nem lugar tranquilo e bem barato...
Quer vê-lo...Sim... seria um imensa sorte,
disse seu Pablo, se você o alugasse para mim.
Vamos... é pertinho e tá na hora da minha folga.
Um silêncio de satisfação circundou os dois,
que calados iam pela rua.
Não se conhecia... mas sabia que se conheceriam
melhor.
No prédio simples seu Pablo teve certeza que seria feliz.
Ela também gostou do novo inquilino.
Ele não questionou nada. Estava ótimo
Ela também não... falou o preço do aluguel
pronta para dar desconto.
Felicidade assim à flor da pele, fazendo
cócegas, convidando... não bate à porta
todo dia... Ela queria um chance para o destino,
e a daria sem temor, por que arriscar
e o verdadeiro pacto de quem está vivo.
astrologiaetarot.blogspot.comFilosofia de Pablo Arruda:
Quando falava de igualdade
não era nada poético
falava de justiça e bem estar
de dignidade.
Não falava de arte e talento:
do adorno e do adoro
que este estado de espírito desperta.
E perfeito que, na arte todos sejam desiguais
em todos os sentidos,
e perfeito que uns vão outros fiquem
pois na arte todos os lugares são sagrados.
Mas e demoníaca esta diferença no pão
e no abrigo e até mesmo no abraço.
Agora ouço com espanto
os clamores de igualdade,
Mas não foi o que eu disse antes:...?
Seu Pablo gastou a vida
numa construção tão pobre,
levou sorte por ser uma pessoa nobre
Foi sua única e grande bênção.
Vai aceitar a proposta dos tais agentes da C.I. ....!
Digo: O que disse tem pernas soltas ao vento
corre o mundo, tão veloz, é pensamento!
E pensamento às vezes tem grades,
tem guerras, tem destruição:
porém seu Pablo é uma das poucas
pessoas que tem o pensamento livre.
Seu pensamento não se afoga na água,
não se queima no fogo,
não se enterra, não se desintegra no ar tão pouco.
E pode ser definido como uma pequenina
nuvem de luz... um corpo vivo,
e só viaja na claridade do dia,
de noite é vida vive.
Mas isto ninguém sabe, só a autora
que o escreve, que o aumenta,
mas não o inventa.
Todos esperam que seja grandiosa a missão de seu Pablo,
porque gostam dele mesmo sem conhecê-lo
cada qual tem um pouco deste personagem no coração.
Assim seu Pablo dará novos rumos aos seus dias...
Quando falava de igualdade
não era nada poético
falava de justiça e bem estar
de dignidade.
Não falava de arte e talento:
do adorno e do adoro
que este estado de espírito desperta.
E perfeito que, na arte todos sejam desiguais
em todos os sentidos,
e perfeito que uns vão outros fiquem
pois na arte todos os lugares são sagrados.
Mas e demoníaca esta diferença no pão
e no abrigo e até mesmo no abraço.
Agora ouço com espanto
os clamores de igualdade,
Mas não foi o que eu disse antes:...?
Seu Pablo gastou a vida
numa construção tão pobre,
levou sorte por ser uma pessoa nobre
Foi sua única e grande bênção.
Vai aceitar a proposta dos tais agentes da C.I. ....!
Digo: O que disse tem pernas soltas ao vento
corre o mundo, tão veloz, é pensamento!
E pensamento às vezes tem grades,
tem guerras, tem destruição:
porém seu Pablo é uma das poucas
pessoas que tem o pensamento livre.
Seu pensamento não se afoga na água,
não se queima no fogo,
não se enterra, não se desintegra no ar tão pouco.
E pode ser definido como uma pequenina
nuvem de luz... um corpo vivo,
e só viaja na claridade do dia,
de noite é vida vive.
Mas isto ninguém sabe, só a autora
que o escreve, que o aumenta,
mas não o inventa.
Todos esperam que seja grandiosa a missão de seu Pablo,
porque gostam dele mesmo sem conhecê-lo
cada qual tem um pouco deste personagem no coração.
Assim seu Pablo dará novos rumos aos seus dias...
Viro-me à esquerda:
Vejo a rua do cinema.
Chove. Abro a sombrinha.
A chuva é fina e morna!
Vejo as velhas casas:
atores e personagens lá moram,
no tempo invictos.
A qualquer momento
tem cenas de cinema explícito!
Os personagens e os atores
desfilam tranquilos:
com suas roupagens,
suas camuflagens,
suas carruagens
suas viagens indescritíveis.
Cleópatra de braços dados com seu amante,
Nefertite e Socrátes também passeiam.
Passam por mim feito vento
embebidos no tempo
deixam me panfletos nas mãos:
Vá nos ver no cinema ou aqui,
nesta mesma estação.
Gesticulo um olhar:
Suas faces brancas e maquiadas
ocultam muitas verdades,
nunca reveladas.
De repente, vem-me um medo:
Edifícios velhos e modernos.
Será o cenário de papel?
E a chuva fina e morna
que chove mas não molha...
Contra meus pensamentos surge a paisagem:
O céu cinzento mistura o verde das árvores
com o brilho do sol amassado e amarelo
que cai dentro dos meus olhos.
Vou andando devagar, vagando:
E esta beleza do tempo
é do templo a mais bela.
Vou mesmo devagar
com minha sobrinha na mão,
meu corpo e alma um pouco
lipidinoso, fazer do passo incerto
um caminho largo
para alguns, para muitos e até para todos.
Passeando pela rua do cinema:
Olhando para os bastidores,
os camarins,
os trabalhadores,
e vivendo as cenas
destes eternos deuses criadores.
Vejo a rua do cinema.
Chove. Abro a sombrinha.
A chuva é fina e morna!
Vejo as velhas casas:
atores e personagens lá moram,
no tempo invictos.
A qualquer momento
tem cenas de cinema explícito!
Os personagens e os atores
desfilam tranquilos:
com suas roupagens,
suas camuflagens,
suas carruagens
suas viagens indescritíveis.
Cleópatra de braços dados com seu amante,
Nefertite e Socrátes também passeiam.
Passam por mim feito vento
embebidos no tempo
deixam me panfletos nas mãos:
Vá nos ver no cinema ou aqui,
nesta mesma estação.
Gesticulo um olhar:
Suas faces brancas e maquiadas
ocultam muitas verdades,
nunca reveladas.
De repente, vem-me um medo:
Edifícios velhos e modernos.
Será o cenário de papel?
E a chuva fina e morna
que chove mas não molha...
Contra meus pensamentos surge a paisagem:
O céu cinzento mistura o verde das árvores
com o brilho do sol amassado e amarelo
que cai dentro dos meus olhos.
Vou andando devagar, vagando:
E esta beleza do tempo
é do templo a mais bela.
Vou mesmo devagar
com minha sobrinha na mão,
meu corpo e alma um pouco
lipidinoso, fazer do passo incerto
um caminho largo
para alguns, para muitos e até para todos.
Passeando pela rua do cinema:
Olhando para os bastidores,
os camarins,
os trabalhadores,
e vivendo as cenas
destes eternos deuses criadores.
| o | |||
![]() Desconheço a essência do meu própriopasso, mas não passo fico porque gosto deste estado de espirito. Qualquer palavra soa como um poema de primeira grandeza, da forma como surge entre os dentes, e sibila no ar, busca alguém, qualquer pessoa, qualquer coisa que diga sim eu também quero bicho ou gente pedra ou primavera. neles me guardar. Eu também quero meu planeta, com todo abraço apertado do meu corpo e alma e do meu mais sincero beijo. Eu também quero, com armas nas mãos e fogo nos dedos, Arma? Sim... meu sangue minha palvra, meu sentimento minha força e forma de vida. minha arma eterna e preferida. quero nele me guardar sempre, me construir, me fazer, me desfazer, ossos e sonhos, sem temor de sua frialdade e sua escuridão quero nele ser eterno em sua primavera e seu fruto, e em suas raizes a fortaleza de minha alma sempre oculta. Eu também quero meu planeta! | |||
| posted by Maria M | |||
- Location:Curitiba
![]() Não sabe quando nasceunem de quem nasceu. "Nós, talves também não saberemos. Vamos nos acostumando com ela. Vivemos nesta casa muito antes de qualquer sábio saber cuidar dela. Encontramos um menino no meio da floresta chorando com medo, dos bichos, dos rios, das pedras, das árvores venenosas, dos espiritos sombrios das folhas que escondem o sol. Como ele não parava de chorar o empurramos para fora, vai mais para lá, para o vale, constroi um casa cerca-a e vê se consegue ser feliz. Este menino cresceu mas não perdeu o medo de viver. embrulha e desembrulha tudo num repente enlouquece quer o sol derramado nas mãos, pendurá-lo no pescoço e passear poderosamente pelo universo só para fugir do medo da vida, daqui, desta vida feita de barro barro que amassam e que doi! barro que dorme, que sonha que constroi... E daí, menino homem, vai encarar a vida como encaramos nós, os mudos, surdos, e totalmente desentendidos, que somos os primórdios donos dest | |||
| posted by Maria M | |||
![]() O trigo lavra as mãos do homem e da mulherNuma folha de bananeira eles exibem a arte do pão a Deus: Deus surpreso: Como conseguiram tal milagre! Com quem aprenderam? Com a fome e o próprio trigal. responderam eles. Assim a gente tem que descobrir o trigal, amassar o pão e servi-lo. Ficara sempre bom! E o que isto tem a ver com comunicação. A arte absorve todo o corpo mímico da natureza, conforme a necessidade de comunicação. Aprofunda-se no ser ou até na natureza não humana. (homens emocionaram Deuses) em alguns de seus aspectos, mais simples ou complexos! O alfabeto de todo o mundo padronizou (x+y=z) Espera-se x de cada um admite-se y de qualquer um O previsível está em Z! Fora disto... acabou-se a comunicação da utilidade. Resta o apego à arte, da imortal arte, atribuida aos homens e aos Deuses na metamorfose da mímica da comunicação, pode-se sem dúvida alguma, resgatar a alma a tal famosa perdida alma. História do pecador! | |||
| posted by Maria M | |||
Very happy birthday to you... Abelmon!


I wish you nice and very happy daY! congratulation!
O chefe da tribo acordouQuando os primeiros pássaros gritantes acordam
antes do primeiro sol.
Ficou um tempo meio vivo meio morto.
Seu corpo imóvel respirava muito lentamente,
fechados os olhos
seus sentidos dava-lhe a sensação
de que seu corpo ainda não estava ali.
Mas de súbito, jogou-se fora da cama.
Assustado apurou os ouvidos
conferiu todos os sons madrugueiros da florestas.
Bicho por bicho.. pássaros, cachoeiras e insetos.
Era mestre daquelas terras,
e conhecia todos os instrumentos sonoros
daquela grande orquestra.
Não havia dúvidas... os tambores estão tocando!
Lá no fundo do seu coração ouvia o som
vindo de longe mas muito nítido!
Abriu a porta de seu castelo de folhas
e encontrou lá todos os homens que tinham que acordar mais cedo
do que ele... parte do povo que vigia a aldeia
de qualquer coisa inesperada. Vamos dizer um exército extra vagante
de muito poucas pessoas, que cuida enquanto o chefe dorme!
Ele falou alto: Ouviram os tambores durante a madrugada?
Eles estão tocando...
Vários homens disseram sim.
Viemos mais cedo, hoje, porque os tambores tocam!
Acordei e ouvi... levantei-me e vim!
confessou o mais crente em voz baixa,
próximo ao chefe. Fui o primeiro a chegar, confessou!
Então corram pela aldeia, acordem todos e vamos para lá.
Mulheres e crianças, velhos, guerreiros e trabalhadores,
todos até os doentes, sábios e profetas e os cientistas
da aldeia foram acordados.
Levantaram-se às pressas
Não era preciso levar nada...
pois iriam para um local da floresta
que não ficava tão longe. Um local seguro e sagrado.
Uma espécie de templo que
fora construído não se sabe quando,
pelos primeiros moradores da aldeia.
Antes de partir ecoaram sons em semínimas
brincaram de roda e dançaram sem bater os pés no chão,
dançaram com o corpo leve,
imitando os pássaros e as borboletas...
Olhavam para o leste!
Depois se foram, quanto mais se aproximavam
do templo mais ouviam os tambores,
e mais eles riam e sorriam de contentamento.
Ao chegarem... os homens subiram nas árvores próximas
as mulheres se acomodaram sentadas nas pequenas
montanhas de terra ajardinada naturalmente
e muito bem cuidada... pois era um templo
criado com um propósito especial.
Ligou, ajustou e já!
Bom dia... apresento-me. Sou Folha,
O cientista máscara.
Não folha de registro nem folha da igreja,
sou folha da natureza,
áspera.
Minha ficha? Ah a folha corrida?
Pois sim, antes de ser cientista, eu era artista.
Artista sempre falido.
Fazia esculturas lindíssimas
em ouro maciço
mostrava-as na praça,
achavam graça e diziam
não vale nada isso!
Precisava mais que talento,
quem sabe se eu fosse belo,
feito narciso, me olhasse
no espelho e me achasse bonito...
não isto nunca existiu
sou mais feio que um cabrito.
Então decidi construir a máscara,
não inventá-la, porque já foi inventada
mas utilizá-la renovada,
para as minhas complexas necessidades.
Mudei-me para cá, este canto
de encanto e cantos de sabias.
Uivado de onça má e devoradora,
por isso virei logo uma folha!
pra ela não me encontrar!
Por artimanha minha e da natureza,
pude então me adaptar.
Sou folha de verdade, de qualquer planta do matagal.
Agora vire sua câmera para o lado de lá,
olha longe aquela sala transparente
enorme bem cheia de gente,
todos a trabalhar.
Faz parte da minha equipe,
de cientista maneiro
que alguma coisa quer aprontar.
Todos são folhas também,
e tem em qualquer parte do corpo
uma tatuagem sincera,
que mostra a árvore mãe,
de onde um dia eles vieram!
Vieram da cidade, com suas malas vazias,
buscar por aqui, aquilo que lá nem conheciam.
Hoje vão visitar os parentes,
sorrindo de pura alegria.
Não choram, não reclamam má sorte,
atrás daqueles paredes transparentes,
ainda há infinitas portas.
Agora, vire, novamente para o lado do nascer do sol,
vê aquele imenso campo de futebol
cheio de garotos, correndo e rindo...
vieram das vilas vizinhas,
atolados de pobreza,
alguns nem pão na mesa tinham!
Vê do lado o parque, simples,
com árvores e cipó, lagos pequeninos,
pedregulhos e cachoeiras,
tudo isto paras crianças
se divertirem, brincadeiras,
E como são prazeirosas no seio da natureza.
olhe nos seus olhos,
enquanto brincam, aprendem
grandes destreza.
Ali mesmo, pelas redondezas,
vê uma sala silenciosa, é uma biblioteca,
com o que tem de melhor,
dos nossos mais honrosos poetas.
E quando falo poeta,
me refiro do sonhador ao profeta.
Agora voe devagarinho ao redor,
vê a vaquinha amarela,
chamo-a de mamaezinha de aquarela.
Os pássaros, de tantas espécies,
esvoaçando pelas janelas?
são filhinhos da terra,
O cachorrinho pintado,
o cachorrão esparramado no chão...
A tartaruga dorminhona,
o macaco bugiganga,
o pavão pouco a vontade,
perdido de tanta vaidade,
perto do cabrito lambão
E mais não sei quantos bichos,
todos espalhados pela água, pelo ar e pelo chão.
Não há nenhum feitiço
é só a tradição da vida.
Mas uma surpresa... olha lá na piscina
transparente,
que belo peixe!
E só tem aquele! Está molho,
esperando o desfeixe!
É peixe, o grande segredo.
pelo menos será um dos primeiros.
Estou parado com minha filmadora desligada,
Seu folha, toma fôlego, toma água.
olha para os lados,
É verdade, sou folha não pensa.
Chama algumas pessoas
lá da sala transparente,
Vieram rindo, conversando e olhando,
são normais, paranormais ou anormais.
Eu que nada sei.
Seu Folha apresentou-me seus amigos:
Aqui estão eles, são bons no que fazem.
Confio em cada um,
porque sonham e trabalham
para melhorar,
suas vidas não são eternas,
mas são sinceras
e sinceramente vividas,
vale a pena presenciar o que você vai presenciar.
Foram todos para a piscina,
homens e mulheres,
tiraram seus uniformes de trabalho na sala,
e se jogaram na água,
nadando de cá para lá,
de lá pra cá,
foram formando uma roda...
Enjaularam entre braços e abraços,
e peixe e o trouxeram para fora.
Postado por Astrologia e tarot às 04:55
Bom dia... apresento-me. Sou Folha,
O cientista máscara.
Não folha de registro nem folha da igreja,
sou folha da natureza,
áspera.
Minha ficha? Ah a folha corrida?
Pois sim, antes de ser cientista, eu era artista.
Artista sempre falido.
Fazia esculturas lindíssimas
em ouro maciço
mostrava-as na praça,
achavam graça e diziam
não vale nada isso!
Precisava mais que talento,
quem sabe se eu fosse belo,
feito narciso, me olhasse
no espelho e me achasse bonito...
não isto nunca existiu
sou mais feio que um cabrito.
Então decidi construir a máscara,
não inventá-la, porque já foi inventada
mas utilizá-la renovada,
para as minhas complexas necessidades.
Mudei-me para cá, este canto
de encanto e cantos de sabias.
Uivado de onça má e devoradora,
por isso virei logo uma folha!
pra ela não me encontrar!
Por artimanha minha e da natureza,
pude então me adaptar.
Sou folha de verdade, de qualquer planta do matagal.
Agora vire sua câmera para o lado de lá,
olha longe aquela sala transparente
enorme bem cheia de gente,
todos a trabalhar.
Faz parte da minha equipe,
de cientista maneiro
que alguma coisa quer aprontar.
Todos são folhas também,
e tem em qualquer parte do corpo
uma tatuagem sincera,
que mostra a árvore mãe,
de onde um dia eles vieram!
Vieram da cidade, com suas malas vazias,
buscar por aqui, aquilo que lá nem conheciam.
Hoje vão visitar os parentes,
sorrindo de pura alegria.
Não choram, não reclamam má sorte,
atrás daqueles paredes transparentes,
ainda há infinitas portas.
Agora, vire, novamente para o lado do nascer do sol,
vê aquele imenso campo de futebol
cheio de garotos, correndo e rindo...
vieram das vilas vizinhas,
atolados de pobreza,
alguns nem pão na mesa tinham!
Vê do lado o parque, simples,
com árvores e cipó, lagos pequeninos,
pedregulhos e cachoeiras,
tudo isto paras crianças
se divertirem, brincadeiras,
E como são prazeirosas no seio da natureza.
olhe nos seus olhos,
enquanto brincam, aprendem
grandes destreza.
Ali mesmo, pelas redondezas,
vê uma sala silenciosa, é uma biblioteca,
com o que tem de melhor,
dos nossos mais honrosos poetas.
E quando falo poeta,
me refiro do sonhador ao profeta.
Agora voe devagarinho ao redor,
vê a vaquinha amarela,
chamo-a de mamaezinha de aquarela.
Os pássaros, de tantas espécies,
esvoaçando pelas janelas?
são filhinhos da terra,
O cachorrinho pintado,
o cachorrão esparramado no chão...
A tartaruga dorminhona,
o macaco bugiganga,
o pavão pouco a vontade,
perdido de tanta vaidade,
perto do cabrito lambão
E mais não sei quantos bichos,
todos espalhados pela água, pelo ar e pelo chão.
Não há nenhum feitiço
é só a tradição da vida.
Mas uma surpresa... olha lá na piscina
transparente,
que belo peixe!
E só tem aquele! Está molho,
esperando o desfeixe!
É peixe, o grande segredo.
pelo menos será um dos primeiros.
Estou parado com minha filmadora desligada,
Seu folha, toma fôlego, toma água.
olha para os lados,
É verdade, sou folha não pensa.
Chama algumas pessoas
lá da sala transparente,
Vieram rindo, conversando e olhando,
são normais, paranormais ou anormais.
Eu que nada sei.
Seu Folha apresentou-me seus amigos:
Aqui estão eles, são bons no que fazem.
Confio em cada um,
porque sonham e trabalham
para melhorar,
suas vidas não são eternas,
mas são sinceras
e sinceramente vividas,
vale a pena presenciar o que você vai presenciar.
Foram todos para a piscina,
homens e mulheres,
tiraram seus uniformes de trabalho na sala,
e se jogaram na água,
nadando de cá para lá,
de lá pra cá,
foram formando uma roda...
Enjaularam entre braços e abraços,
e peixe e o trouxeram para fora.
Postado por Astrologia e tarot às 04:55






